E-commerce: regionais crescem no Brasil! Confira.
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Contando com soluções logísticas e transporte capilarizado, e-commerces regionais crescem no Brasil

Maio 17, 2021

Contando com soluções logísticas e transporte capilarizado, e-commerces regionais crescem no Brasil

Crescimento do varejo virtual fora do Sudeste brasileiro vem chamando atenção de 2020 para cá

Quando o comércio virtual deu seus passos de bebê no Brasil, há cerca de 20 anos, empreendedores e varejistas de todo o país viram na internet a possibilidade de superar as barreiras físicas e conquistar um público muito maior do que aquele da loja presencial. 

A premissa é correta, mas em um primeiro momento, por conta da concentração econômica do Brasil no eixo Rio-São Paulo, os e-commerces inicialmente operaram na órbita destas duas megalópoles, se valendo de uma infraestrutura logística estabelecida e de um mercado consumidor aquecido e com apetite. Aos consumidores de outras praças, restava pagar um frete caro e lamentar um prazo de entrega muitas vezes impraticável.

Hoje em dia, o potencial de consumo de regiões como o Norte, Nordeste, Centro-Oeste e o Sul aumentou de maneira expressiva e a necessidade de descentralização do e-commerce brasileiro cresceu em igual medida. 

Crescimento regional

Dados do Webshoppers, relatório de e-commerce da Ebit | Nielsen, mostram que, de 2019 a 2020 o faturamento do e-commerce no Nordeste subiu 101%, com a região representando 31,7% do total de vendas online em todo o país. Já a região Norte teve alta de 52,5% nesse período, representando 4,7% do faturamento total brasileiro. O Sul (com 13,1% do total de vendas) e o Centro-Oeste (6,3%) também constituem forças crescentes neste cenário. 

Logística que impulsiona

O comércio online não teria esses resultados expressivos e não entraria em processo de descentralização geográfica se muita coisa não mudasse na mentalidade das grandes transportadoras de e-commerce do país. 

Estas empresas de logística perceberam o movimento e o apetite cada vez maior do consumidor fora do Sudeste e se mexeram para criar hubs e bases Last Mile.

A mesma pesquisa da Ebit | Nielsen mostra que o frete grátis, por exemplo, passou a ser uma estratégia usada não apenas no eixo Rio-São Paulo como longe dele, bastante eficiente para mexer o ponteiro de vendas e, por que não, trazer entrantes para o mundo das compras pela internet em regiões como o Norte e o Nordeste.

Outro ponto é que soluções logísticas diversas, como a modalidade que utiliza os Correios apenas na última perna da entrega e o Shipping From Store (que possibilita a descentralização dos estoques das lojas), são altamente efetivas para trazer suporte à operação das lojas regionais e representam benefícios em escala para toda a cadeia de varejo, impactando no preço do frete e do produto final.

Virando protagonistas

Além dos grandes players, tradicionalmente estabelecidos no Sudeste, quem sai ganhando com uma logística do e-commerce descentralizada, eficiente e capilarizada são eles, os e-commerces regionais. 

E com mais empreendedores e empreendimentos regionais entrando no universo virtual, o consumidor tem acesso a uma gama inteiramente nova de produtos, como perecíveis, que não podem ser transportados a longas distâncias. E ficam a apenas um clique de comprar itens que, 5 ou 10 anos atrás, demorariam muitos dias para chegar.

Tudo isso a preços mais em conta e a distâncias não mais proibitivas. A regionalização do e-commerce deixa de ser tendência para ser realidade. E o melhor: sem teto visível para crescer!

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